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Princesa Diana: "um acidente de carro seria encenado”

Ao longo das investigações para a série documental 'The Diana Investigations', foi revelado uma espécie de 'previsão' do acidente que tirou a vida da Princesa Diana.

Imagem: Internet


A Princesa morreu em Paris, no ano de 1997, num trágico acidente de carro. Um bilhete, apelidado de Bilhete Mishcon, foi encontrado dois anos antes da tragédia. Diana, em 1995, pediu para ter uma reunião particular com Victor Mishcon, um importante advogado britânico, que era uma espécie de consultor pessoal da Princesa. A empresa de Mishcon, inclusive, atuou no divórcio dela com o então Príncipe Charles. Na reunião, Mishcon anotou o conteúdo das falas dela.


Durante a conversa, Diana disse que 'fontes confiáveis', que ela não nomeou, contaram que "um acidente de carro seria encenado'', e ela terminaria ''morta ou machucada de forma séria''.

Dois anos se passam, e em 1997, o acidente ocorre em Paris. Mishcon entregou o bilhete para a polícia metropolitana de Londres, no entanto, este bilhete ficou guardado em um cofre até John Stevens assumir o posto de comissário, tornando as anotações da Princesa públicas.


''Eu estive com o Sr. Mishcon um mês antes de seu falecimento [...]. Ele me atentou ao fato de que pensou na época que Diana estava paranoica, então não deu tanta importância assim [para as anotações].'', disse John, em entrevista ao Daily Beast.


Ainda sobre o conteúdo do Bilhete Mishcon, Lady Di disse que foi informada que esforços seriam feitos para ''se livrar dela''. O acidente causou uma investigação de 16 meses. Testemunhas disseram que o motorista Henry Paul, que estava dirigindo o carro em que estava a Princesa, não apresentava sinais de embriaguez. Durante as investigações, a confiabilidade dos exames feitos no sangue dele foram questionadas.


De maneira oficial, o nível de álcool no sangue do motorista estava três vezes acima do limite na França, além de níveis terapêuticos de remédios antidepressivos em seu corpo. Especialistas dizem que ele perdeu o controle do veículo antes de entrar no túnel do acidente.

Imagem: Internet


Uma minuciosa análise da Mercedes que a Princesa estava mostrou traços de tinta que apontavam para um veículo branco, que pode ter colidido. O carro em questão era um Fiat Uno. Cerca de duas testemunhas afirmaram que viram um Fiat Uno branco pouco tempo depois da batida. Autoridades da França examinaram mais de 5 mil veículos, no entanto, o carro branco não foi encontrado.


Em meados de novembro de 97, Thanh Le Van, um segurança, foi preso. Ele tinha um carro similar, que inclusive foi pintado e teve o para-choques trocado pouco tempo depois do acidente.


Um ano depois do acidente que matou Diana, um ex-espião britânico disse ao Jornal People que o acidente era similar ao plano do MI6 (serviço secreto britânico), de matar Slobodan Milosevic, ex-presidente da Sérvia.

O projeto, de acordo com Richard Tomlinson, o ex-espião, incluía o uso de um túnel e um forte flash de luz. Testemunhas afirmaram ter visto um forte flash de luz na hora da colisão.

Imagem: Getty Images


De acordo com ele, o motorista poderia estar envolvido com o serviço secreto. Inclusive, o motorista tinha cerca de 170 mil euros distribuídos em quinze contas bancárias, o que seria incompatível com seu salário.


Henry Paul também carregava dinheiro no momento do acidente. A família dele disse que era uma quantia generosa de gorjetas que recebia dos hóspedes no hotel em que ele trabalhava. As autoridades não conseguiram provar que o dinheiro tivesse relação com o acidente e nem com algo ilícito.


Oficialmente, o caso foi considerado um trágico acidente. Princesa Diana era divorciada de Charles, atual Rei britânico.


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